Pr. Geremias do Couto
Se vivos estivessem, o que diriam os pioneiros?
No dia 15 de novembro, encerraram-se as comemorações "oficiais" do Centenário das Assembleias de Deus no Brasil, com a celebração realizada à tarde no Pacaembu, em São Paulo. O vocábulo se encontra entre aspas de propósito. Refere-se àquelas comemorações programadas pela CGADB/CPAD, que, sequer, incluíram, formalmente, as celebrações da Igreja-Mãe. Também em Belém, PA, as entidades mencionadas realizaram o seu evento uma semana antes das que estavam previstas no calendário da igreja fundada pelos pioneiros suecos.
Mas disso todo o mundo sabe. Como se diz por aí, é chover no molhado. O fato curioso é que no dia 15 de novembro houve, também, outra celebração do Centenário em São Paulo promovida na Arena Barueri pela AD do Brás, vinculada à CONAMAD, ou, como se diz no uso corrente, Madureira. No mesmo dia e com a mesma finalidade. À primeira vista pode aparentar competição ou represália. Mas pelas informações que disponho não foi uma coisa nem outra. Foi, isto sim, o resultado de a CGADB não ter procurado promover, desde o início, como sugerido, o Centenário da unidade. Não faltou quem lutasse por isso. Deu no que deu.
Soube por fontes próximas que houve gestão dos representantes de Madureira em São Paulo para que houvesse uma só celebração. Não teriam sido ouvidos. Ou melhor, teriam sido esnobados. Com isso, a CGADB/CPAD fez o que sempre desejou fazer, ou seja, concluir as festividades em São Paulo, na seara do Belenzinho (por óbvio deveria ser na Igreja-Mãe), enquanto a CONAMAD realizava a própria celebração, com justiça, no mesmo dia, já que a sua participação na festa "principal" foi menosprezada.
A nota de destaque é que o pastor Samuel Câmara, da Igreja-Mãe, cumprindo o seu papel protocolar, compareceu às duas celebrações: a da CGADB/CPAD e a da CONAMAD. Gesto no mínimo decente. Constrangedor foi o papel de nossa entidade maior, coadjuvada pela editora que hoje monopoliza o "poder" assembleiano, em conduzir de maneira tão pífia uma comemoração centenária que tinha tudo para ser apoteótica. Faltou nobreza, sobrou egoísmo.
No meu caso, pelas leituras das postagens anteriores neste blog, todos conhecem a posição que assumi, desde o início, ao lado de dezenas de outros companheiros, pela unidade no Centenário. Fizemos intensa campanha na blogosfera. Não pensem que esta semente foi plantada em vão. No devido tempo dará o seu fruto. Mas não terminarei o ano sem estar presente em pelo menos uma comemoração, embora não esteja no calendário oficial da CGADB/CPAD. Participarei da Ceia do Centenário, promovida pela AD de Madureira, Rio de Janeiro, no dia 3 de dezembro, a partir do meio-dia, no HSBC Arena, na Barra da Tijuca, onde, sem dúvida, estarão presentes os líderes das demais convenções do Estado. Sei que serei bem recebido.
É por essas e outras que nasceu e se consolida a proposta da Terceira Via na CGADB. Aliás, se você quiser conhecer um pouco mais, visite o blog, inaugurado no dia 15 de novembro: www.terceiraviacgadb.com.br
http://geremiasdocouto.blogspot.com/
DANILO E DANIELA
Graça e paz, Bem vindos ao blog danilo e daniela
22 Novembro 2011
19 Março 2011
Participando das aflições com Cristo
Um não ao evangelho triunfalista.
Paulo tinha para com sigo, que as tribulações que enfrentamos no cotidiano existencialista, não nos são um mal, que possamos olhar com repudio e desprezo,
como se Deus não estivesse nos vendo, ou nos abandonado. Ou como diz os
ateístas, uma espécie de deus sarcástico que adora nos ver sofrer. Mas não é
nada disso.
Paulo considerava que as tribulações nos torna participantes das aflições
com Cristo (1º Co 1.7), o que considerava uma honra inefável e gloriosa, ser
digno de sofrer por amor de Cristo. E que em cada tribulação, existe um
propósito de Deus para com as nossas vidas, pois “todas as coisas” (sem
exceção) contribuem para o bem daqueles que amam a Deus, e são chamados por seu
decreto (Rm 8.28). Acreditando sempre que assim como somos participantes das
aflições o seremos também das consolações, advindas do Santo Espírito o paracletos
divino (2º Co 1.3-5; Rm 8.26); se padecermos com Ele, com Ele seremos
glorificado (Rm 8.17), se morrermos com Ele, com Ele viveremos (2ºTm 2.11), se
sofrermos com Ele, com Ele também reinaremos (2º Tm 2.12). Considerando a
tribulação “leve e momentânea”, ao tempo que está produzindo um peso eterno de
glória mui excelente (2º Co 4.17). E que as aflições deste tempo presente não
são para comparar com “este peso eterno de glória mui excelente”, que em nós a
de ser revelada (Rm 8.18).
Acreditando assim, que o propósito de Deus na vida do cristão, em
relação às tribulações, nem sempre é exterminá-las, destruí-las, lançando-as
para longe de nós. Mas utilizar-se das tribulações, como uma espécie de aio,
condutora ou pedagoga, para conduzir-nos aos seus propósitos. Quando atribulado
por um espinho na carne, Paulo roga a Deus por três vezes que o isente de tal
aflição, mas a resposta de Deus não foi a que Paulo queria ouvir, mas a que
precisava ouvir, A MINHA GRAÇA TE BASTA!
Deus
se utilizava do espinho na carne de Paulo, que o mesmo descreve como um inimigo
que o esbofeteava, para que Paulo nunca se exaltasse devido às grandes revelações
que recebera de Deus. O qual o mesmo declara como coisas inefáveis que ao homem
não é licito dizer. (2º Co 12.7-9)
A verdade é que nem sempre Deus vai arrancar as aflições, nos tornando isentos
de enfermidades, doenças, dores, pobreza ou qualquer espécie de problemas
existenciais. Mas a verdade, é que Ele nunca se ausentara de nós, mas a sua
presença será continua a nos consolar; fortalecendo e ajudando-nos a atravessar
os desertos da vida. Paulo disse na segunda carta aos (2º Co 4.9), que somos perseguidos,
mas nunca desamparados.
A Bíblia sempre nos incentiva a ser forte, corajoso e de bom animo; a não pasmar
nem se assustar diante dos gigantes da vida, pois a promessa é: o Senhor teu
Deus, é contigo, por onde quer que andares (Js 2.5-9). Mesmo que seja no vale
da sombra da morte, diz o salmista: não temerei mal algum, porque tu estás
comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam (Sl 23.4). No mundo teremos aflições,
mas o nosso mestre disse: tende bom animo eu venci o mundo! (Jo 16.33).
O evangelho triunfalista diz que na vida do cristão piedoso, não pode existir
tribulações, provações, perseguições etc. Porem Jesus disse:
“bem-aventurados
os que sofrem perseguições por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus
(MT 5.10)”
“Os discípulos em (At 5.41)
regozijaram-se de terem sido julgados dignos de padecer afronta pelo nome de
Jesus.”
“Paulo incentiva Timóteo dizendo:
sofre, pois, comigo, as aflições, como bom soldado de Jesus Cristo (2º Tm 2.3).”
“Sofro trabalhos e até prisões, como
malfeitor,... tudo sofro por amor dos escolhidos... (2º Tm 29-10)”
“E também todos os que piamente querem
viver em Cristo Jesus
padecerão perseguições (2º Tm 3.12).”
Portanto como disse o nosso mestre, bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem, e
perseguirem, e, mentindo, disserem todo o mal contra vós, por minha causa. “EXULTAI
E ALEGRAI-VOS”, porque é grande o vosso galardão nos céus... (Mt 5.11-12).
Os
sofrimentos, aflições, tribulações e perseguições na vida do cristão, não são
sinônimas de maleficência e sim, de alegria. Por ser digno de participar das
aflições com de Cristo.
Firmemo-nos
nas palavras do apostolo Paulo aos (Rm 12.12) que diz: “ALEGRAI-VOS NA
ESPERANÇA, SEDE PACIENTES NA TRIBULAÇÃO, PERSEVERAI NA ORAÇÃO.” A promessa salvífica
deve ser a força motriz, que nos faz superar as crises existenciais. Não
tenhamos por valiosa esta vida, mas a futura.
Não
se turbe o vosso coração... (Jo 14.1-3).
30 Junho 2010
TER OU SER?
Qual é mais importante?
Diante da proposta da teologia da prosperidade, fico a pensar, o que é mais importante: “TER ou SER”? Penso que bom mesmo é ter os dois, mas em questão de prioridade, qual deve ser priorizado? A sociedade “Pós-moderna” supervaloriza o ter, possuir, adquirir, conquistar, etc. O homem contemporâneo busca desesperadamente conquistar cada dia mais. A demanda do dia a dia, os sistemas de marketing, propagandas, shoppings e o processo evolutivo, parece apertarem-nos contra a parede, nos obrigando a aparelharmos-nos com a evolução, sem ter muito tempo para nos preocupar com “quem somos”. O importante é o que temos e não o que somos.
Bom, parece que a teologia da prosperidade tem algumas semelhanças com esse estilo de vida, ou não? Vejamos. A teologia da prosperidade enfatiza que o “ter” é o sinal da benção ou que somos de Deus. Em outras palavras, se não somos prósperos financeiramente, não temos a benção ou não somos de Deus. A mesma incentiva os adeptos a buscarem de forma exaustiva a prosperidade material, não dando ênfase ao “ser”, mas ao “ter”, sendo este o sinal de se ter Deus na vida.
Vejamos na Bíblia o que Deus pensa a respeito. O livro de Jó começa testemunhando da sua pessoa, porem não falando do que ele tinha e sim, de quem ele era, (Jó 1.1). Satanás chega diante de Deus, e o testemunho que Deus dá de Jó, se refere a ele “SER” e não ao “TER”, (Jó 1.8). A desculpa de satanás é que Deus prosperava a vida financeira de Jó, (Jó 1.9-12). Deus permite tocar-lhe tirando tudo quanto tinha, e quando ele volta, o testemunho dado por Deus de Jô, permanece o mesmo: Homem sincero e reto, temente a Deus, desviando-se do mal. A priori, em nenhuma instancia Deus fez menção da riqueza material de Jó, e sim da riqueza moral e espiritual. Como quem quer dizer, o importante é o “SER”, o “TER” é resultado do “SER”.
Em (Mt 6.25-34) Jesus instrui os discípulos a não se preocuparem com o dia de amanhã, nem com o que comer, beber ou vestir, pois assim como o Deus sustenta as aves do céu e cuida do lírio do campo, sustentara muito mais a vós que sois filhos. Mas “BUSCAI” primeiro o “REINO” de Deus e a sua “JUSTIÇA” e todas essas coisas vos serão “ACRESCENTADAS” (Mt 6.33). Quatro palavras que nos orienta por onde começar.
1º Buscar: Não podemos nos acomodar e esperar que tudo aconteça num passo de mágica, tem que ir a busca. Mas a prioridade da nossa busca não é o material e sim o espiritual: mas buscai primeiro o reino de Deus.
2º Reino: O reino de Deus não é material e sim espiritual, não é físico, mas metafísico. Paulo escreveu aos Rm 14.17 dizendo: o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espirito Santo.
3º Justiça: Deus sempre trabalha com a justiça e verdade, nunca de forma desonesta. O testemunho de Deus da pessoa de Jô foi: homem sincero (sem cera, mascara) e reto (honesto, justo, verdadeiro, integro), temente a Deus, desviando-se do mal. Vivia de forma condizente com a justiça de Deus.
4º Acrescentado: Este é o resultado na vida de todo aquele que busca em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça; todas as demais coisas (comida, vestis, bebida, etc.) vos serão acrescentadas!
Não a nem um mal em TER, só não posso priorizar o TER antes do SER. Quando priorizamos o SER, buscando em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça, sem duvidas, Deus nos fará TER.
25 Junho 2010
Qual o feedback do trabalho da "igreja"?
Dentre os vários órgãos e instituições sociais que estão presentes na vida do homem, encontramos a Igreja como integrante das instituições, que exercem influencia sobre a sociedade e formação da personalidade do individuo. A semelhança das outras instituições, a igreja é um órgão determinista que tem o seu conjunto de normas, regras de conduta que rege e determina comportamentos na sociedade. Tem o seu poder influenciador e é uma promotora de mudanças no ethos da sociedade. Com fins específicos de construir identidades, gerando desenvolvimento e crescimento físico, pessoal e espiritual.
Como todo órgão, a igreja trabalha em cima do feedback (retorno). E aqui encontramos algumas interrogações: a influencia da igreja na sociedade tem gerado bons retornos? Quando olhamos para a decadência moral, ética e espiritual da sociedade contemporânea, comparando ao crescimento da igreja neste tempo, perguntamos-nos: será que estamos cumprindo com o nosso papel de igreja? Será que nossas mensagens pregadas através dos vários meios de comunicação, tem gerado um efeito transformador ou construtor de identidades na sociedade? Se estivermos, porque os efeitos não se revelam na mesma proporção que crescemos? Não estou dizendo que estes efeitos não aconteçam, tem acontecido; porem, desproporcional ao nosso crescimento, e a realidade do que falo, esta diante de nós se revelando como um grande desafio para a igreja contemporânea!
Estamos crescendo ou apenas inchando?
Acredito que precisamos parar e refletir um pouco sobre nossos conceitos, rever nossa teologia, procurar entender esse fenômeno chamado denominacionalismo, avaliar esse mercantilismo do mundo gospel e das literaturas evangélicas que tem invadido nossas igrejas. Não estamos vendendo um produto e sim, anunciando o evangelho do Reino, que não é físico, mas espiritual. Não podemos perder o foco da igreja de Cristo, precisamos seguir os passos do mestre!
O mundo, esta sedento de algo que preencha o vazio existente na alma e não de uma teologia da prosperidade que integra na mente das pessoas, a idéia de uma "Fé paga", ou que tem como requisito principal para adquiri-la o ofertar, e esta, tem influenciado o pensamento materialista e contribuído com o consumismo. O "mundo" precisa alimentar o espírito e não o bolso!
Precisamos acordar para realidade!
Deus não tem prazer em "igrejas" que se conformam ao presente sistema mundano (IJo 2.15-17). Mas se alegra com os que perseveram na verdade (Rm 12.2). Neste tempo de apostasia generalizada (ITm 4.1-2, II Tm 3.1-5), Deus quer que a tua igreja se levante com o poder do Espírito e autoridade da palavra e cumpra a missão pela qual foi designada (Mc 16.15-20; At 1.8). Indo na contra mão do mundo o e das heresias, modas e filosofias, a tudo quanto se opor a cruz de Cristo (ICo 3.11). Mostrando resultados espirituais, sociais e acrescendo vidas ao reino de Deus (At 2.47; 4.4; 9.31,42; 13.12; 14.3).
Revelando a grandeza e magnitude do Evangelho: a salvação pela Fé no Cristo ressureto (Jo 3.16, Rm 1.19-17)! Que façamos a diferença, não inovando, mas nos colocando a disposição de Deus para trabalhar no contexto em que estamos inseridos. Realizando o verdadeiro papel de igreja, a ponto dos opositores sentirem-se incomodados (At 17.6).
Deus nos abençoe em Cristo Jesus.
30 Março 2010
INDO UNS AOS OUTROS
Gl 6:1-10
V 1 “Alguém” Se nós pensarmos na igreja como uma família, se alguém for surpreendido pelo pecado, devemos tratar este alguém como membro de nossa família. Por mais falho que seja este nosso familiar, a igreja precisa ser um lugar onde ele encontre uma nova oportunidade.
Nós podemos estender esta misericórdia ao próximo, se ele se tornar parte de nossa família. Há inúmeras vantagens (perdão, recomeço, amor, união) em enxergarmos a igreja como uma família.
“Espirituais” do grego teleiois, (igual a perfeitos ou maduros). Nós precisamos assumir uma postura que nos identifique perante os mais novos. A Bíblia está dizendo que existem os mais maduros; então é preciso identificar os mais imaturos para que sejam amparados 1Cor 2:6.
V2 e V5 Parecem que se contradizem entre si. Porém existe uma diferença significativa e distinta entre os dois versículos. V2 “Levar as cargas uns dos outros”. Os mais maduros devem estar próximos para apoiar os mais novos na fé. Nós precisamos dividir a carga ou o excesso com quem é mais forte, e não com quem têm a mesma capacidade de suportar, se não, os dois irão se machucar.
V5 “O seu próprio fardo”. Existem coisas na vida que não podemos dividir com ninguém, pois é pessoal. Eu preciso trabalhar, eu preciso orar, preciso ler a Bíblia, eu preciso estudar etc.. Ou seja, não é possível entregar aos outros a minha vida. O apóstolo estimula tanto o auxilio mútuo como a luta do dia a dia de cada um.
V3 e V4 Quando a visão família funciona ninguém vai andar sozinho e este erro (soberba) que o versículo três apresenta na vida de uma pessoa fica de fora, pois a proximidade de alguém mais maduro vai ajudar a manter os pés no chão, bem como as obras citadas no V4 farão parte da vida da igreja.
V6 “Honrar aos mais maduros” Não há demérito em compartilhar a vida com o Pastor ou líder designado por ele, isso é uma das formas de Deus cuidar de nós.
V7 e V8 “Semear e Colher”
Tudo está bem claro aos olhos de Deus, cada intenção do nosso coração é conhecida por Ele.
V9 “incansáveis”
A nossa recompensa maior não está na Terra, mas sim no céu. Então não precisamos ficar esperando que os outros sejam gratos pelo que fazemos.
V10 “principalmente aos da família na fé”
Em 1tm 5:8 O apóstolo Paulo faz uma colocação dura a respeito do descuido com os da própria família a os irmãos agregados a família mediante a fé.
Na declaração de fé da igreja Assembléia de Deus no item 6 diz:
Cremos no perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor (Atos 10.43; Romanos 10.13; 3.24-26; Hebreus 7.25; 5.9).
Se esta é a nossa declaração de fé então é nossa responsabilidade assumirmos um compromisso com a visão da nossa igreja que busca a remissão do pecador e a transformação de vida. A declaração fala tão claramente que a justificação é gratuita, o pecado e o diabo já são suficientes para condenar o pecador nós não precisamos engrossar essa lista.
Pense nisso..
Qual tem sido sua posição na igreja, maduro ou imaturo?
Os maduros estão levando as cargas dos mais fracos, cite um nome para Deus de uma pessoa que está crescendo na fé e seja fruto do teu empenho por essa vida?
Você tem compartilhado sua vida com aquele que o instrui conforme o V6? Quando foi a ultima vez que isso aconteceu? Qual é o nome dele?
Não há família, sem relacionamentos, sem laços, sem perdão, sem amor e principalmente sem recomeço diário!
Pr. Ari Junior
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